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“TDAH É O PRINCIPAL EXEMPLO DE UMA DOENÇA FICTÍCIA” OU, UM DESAFIO ÉTICO PARA OS PAIS E OS PROFISSIONAIS QUE LIDAM COM CRIANÇAS.

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“TDAH É O PRINCIPAL EXEMPLO DE UMA DOENÇA FICTÍCIA” OU, UM DESAFIO ÉTICO PARA OS PAIS E OS PROFISSIONAIS QUE LIDAM COM CRIANÇAS.

De acordo com uma matéria publicada no Mídia sem Máscara  o TDAH  (Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade) não passa de uma “teoria”, ou ainda de uma doença fictícia. Como é sabido, a indústria farmacêutica tem lucrado quantia exorbitantes com a venda de remédios psiquiátricos nas últimas décadas. Nos Brasil, os dados do consumo da Ritalina, remédio para tratar o TDAH estão gerando controvérsias. Isto porque a chamada droga da obediência tem fortes efeitos colaterais e o número de vendas sugere um uso indiscriminado. Antes de sair em defesa desta medicação, sugiro que assistam o vídeo O Brasil é o segundo maior consumidor de Ritalina do mundo
Abaixo segue o texto da matéria publicada pelo Mídia sem Máscaras juntamente com a fonte internacional da mesma.
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ESCRITO POR WND.COM | 12 DEZEMBRO 2013
ARTIGOS – CIÊNCIA
“TDAH é o principal exemplo de uma doença fictícia”.
Leon Eisenberg teve uma vida luxuosa com sua “doença fictícia”, graças às vendas de medicamentos. Coincidentemente, ele recebeu o “Prêmio Ruane para Pesquisas Psiquiátricas com Crianças e Adolescentes” (Ruane Prize for Child and Adolescent Psychiatry Research). Ele foi um líder na psiquiatria infantil por mais de 40 anos com seu trabalho em experimentos, pesquisas, aulas e políticas sociais na área da farmacologia, e por suas teorias sobre autismo e medicina social”, segundo o jornal Psychiatric News.
Pois é, até admitiram que são TEORIAS. A indústria médica está utilizando o pretexto de ajudar crianças para despersonalizar nossos filhos e desconectá-los de uma criação saudável e normal. Pais estão expondo seus filhos a essas drogas e sujeitando-os ao que o mundo tem a oferecer, quando na verdade tudo o que essas crianças buscam é seus pais, na esperança de ser a bênção que Deus quer que eles sejam.
Nos Estados Unidos, um em cada 10 meninos na faixa de 10 anos toma medicação para TDAH diariamente… e a tendência é de aumento. E com a ajuda das pesquisas do programa Teen Screen nas escolas públicas, estão tentando preparar o estudante para o fracasso.
A psicóloga americana Lisa Cosgrove e outros profissionais revelam os fatos em seu estudo Financial Ties between DSM-IV Panel Members and the Pharmaceutical Industry (Ligações Financeiras entre os Grupos de Trabalho do DSM-IV e a Indústria Farmacêutica) [DSM-IV é a 4º revisão do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria]. Eles descobriram que “Dos 170 membros do comitê, 95 (56%) tinham uma ou mais ligações financeiras com empresas da indústria farmacêutica. Cem por cento dos membros dos grupos de trabalho para ‘transtornos de humor’ e ‘esquizofrenia e outros distúrbios psicóticos’ tinham ligações financeiras com empresas farmacêuticas”.
E eles estão colhendo enormes benefícios dessa “doença fictícia”. Por exemplo, o diretor assistente da Unidade de Psicofarmacologia Pediátrica do Hospital Geral de Massachusetts e professor associado de psiquiatria na Faculdade de Medicina de Harvard recebeu “um milhão de dólares em rendimentos de empresas farmacêuticas entre 2000 e 2007”.
Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, que há algum tempo pesquisam sobre publicidade farmacêutica, realizaram um estudo que mostra que a indústria farmacêutica americana gastou 24,4% das vendas em dólar em publicidade, contra 13,4% em pesquisa e desenvolvimento no ano de 2004. Isso é quase duas vezes mais dinheiro para empurrar suas drogas nas pessoas que para pesquisar e garantir que são seguras!
Isso levanta a seguinte questão: Será que essas drogas são seguras?
Veja você mesmo os alertas contidos nos remédios de tarja preta, e irá se impressionar com os efeitos colaterais listados na bula:
* Confusão
* Despersonalização
* Hostilidade
* Alucinações
* Reações maníacas
* Pensamentos suicidas
* Perda de consciência
* Delírios
* Sensação de embriaguez
* Abuso de álcool
* Pensamentos homicidas
Por que algum pai iria submeter seus filhos a drogas com efeitos colaterais tão perigosos?
O Dr. Edward C. Hamlyn, membro fundador do Colégio Real de Clínicos Gerais da Grã-Bretanha, afirmou em 1998 que “o TDAH é uma fraude cuja intenção é justificar a iniciação das crianças a uma vida de vício em drogas”.
O “déficit de atenção” está na responsabilidade dos pais, não na criança. A Bíblia nos diz que o cabe aos pais ensinar “a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando for idosa não se desviará dele!” (Provérbios 22:6 KJA), e não o contrário.
 Tradução: Luis Gustavo Gentil
******
Para dar voz ao outro lado da história, segue o link da Associação brasileira de deficit de atenção. O site ainda não comentou as  supostas declarações de Leon Eisenberg, “pai” do TDAH.
Fonte:http://sabedoriadeamar.com.br/tdah-e-o-principal-exemplo-de-uma-doenca-ficticia-ou-um-desafio-etico-para-os-pais-e-os-profissionais-que-lidam-com-criancas/

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